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Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 7 meses
Nobres Colegas, brincadeira ou não, o ministro fez uma previsão futurista de nossa sociedade e das demais pelo mundo, não tenho nada contra a opção sexual psicológica escolhida por alguns e outros, cada um escolhe o caminho da sua felicidade. Por outro lado, não podemos olvidar de uma verdade naturalística do ser humano. Homem é homem, mulher é mulher, não importa o que façam, não há como mudar a natureza humana, suas divisões e suas definições naturais, a identidade biológica encontra-se registrada do DNA humano, não há como negá-la ou omiti-la. No Brasil, estamos vivenciando é um sensacionalismo exacerbado de alguns grupos nos meios de comunicação em torno do homossexualismo que geram toda esta polêmica, incluindo discursos de ódios e de admiração por alguns, contudo, não podemos olvidar, o homossexualismo é tão velho no mundo igual à prostituição, não há como negar. Eles possuem seus direitos? Sim, conquistaram seus direitos? Sim. Agora, ultimamente estamos presenciando são tentativas de alguns grupos de criarem uma ditadura homossexualista para impor suas vontades e opções em face dos demais que não desejam esta opção, inclusive estão querendo interferir até na educação de nossos filhos para não dizer crianças para adotarem o caminho do homossexualismo, transmitindo uma mensagem demagógica de que ser homossexual ou deixar de ser heterossexual é quase uma questão de status, ou seja, significa estar na moda, ser evoluído e por ai vai. Nossa sociedade, diga-se de passagem, heterossexual, não deseja é esta influência forçada, empurrada de garganta a abaixo, ou seja, induzir nossas crianças de forma prematura a fazer uma opção sexual de tendências das quais no futuro poderão se arrepender da escolha, pois foram influenciadas por um movimento do qual no futuro não venha a se identificar. É preciso haver respeito reciproco entre homossexuais e heterossexuais, cada um respeitando o espaço e a opinião do outro, ou seja, administrar com sabedoria a convivência entre as diferenças, despido do sensacionalismo e do abuso de direitos. Hoje em dia, qualquer critica, incluindo a construtiva em face dos homossexuais, a pessoa é taxada de homofóbica e devidamente escrachada de todas as formas, o que se traduz em uma ignorância sem precedentes. Qualquer um tem o direito de ser e optar pela sexualidade que bem deseja e quer, contudo, desde que o faça dentro de uma máxima de que “o meu direito termina quando começa o do outro”. E não tentar possuir mais direitos do que os outros porque se acha uma minoria. Se os heterossexuais estão em extinção na atualidade, não sei, mas conforme as coisas estão caminhando, a brincadeira do ministro pode se transformar em uma realidade vindoura. Deus queira que não, pois neste mundo, deve haver sempre o equilíbrio e não o aumento do desequilíbrio natural. Parabéns Ricardo por trazer esta matéria a baila.
Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 10 meses
Nobres colegas, obstante ao teor do texto oportunista e dotado de um viés sensacionalista em favor dos direitos dos manos, sendo totalmente destoante de nossa atual realidade cotidiana. Com toda vênia, acredito que o autor do texto desconhece na prática o instituto do Tribunal do Júri. Com experiência profissional na área lhe digo, o cidadão pode ser indiciado e denunciado por homicídio doloso, tendo um bom advogado, dificilmente será condenado por seus pares na sessão plenária do Júri neste caso. Ademais, segundo relata o texto, o cidadão não efetuou os disparos pelas costas e sim nas costas do meliante, há uma grande diferença, leva-se em consideração a quantidade de disparos efetuados, o estado emocional do cidadão ante a injusta agressão e a conduta social da vítima e do meliante abatido e por ai vai. A historia apresentada no texto é meio desconexa com a realidade, pois se o cidadão estava dentro do veículo, como o meliante viu o tênis dele. Outra, geralmente os meliantes quando realizam este tipo de crime, levam mais coisas, o autor do texto apresentou uma historia meio fantasiosa para fundamentar seu protesto pessoal. Ademais, dialética sofista, não é mais aceita pela sociedade nos dias atuais. O Brasil é o único país do mundo que instituiu a profissão de bandido, no caso do meliante, ele foi vítima de um acidente de trabalho, ou seja, faz parte do risco da profissão bandida que ele escolheu, menos um, para a felicidade geral da nação. A nossa legislação pátria visa proteger a vida, mas há exceções, no caso, vejo uma das exceções presentes. Em relação ao porte de arma para o cidadão de bem, se mostra necessária a liberação, contudo, desde que o mesmo preencha os requisitos legais. Se o Estado não consegue desarmar o bandido, justo será dar ao cidadão o direito ao porte arma, pois não podemos ficar a mercê dos incompreendidos marginais. Andar armado não é a solução dos problemas, poderá causar mais problemas, dependendo do caso concreto. Por outro lado, às vezes é melhor tê-la quando precisar do que não tê-la. Na verdade, quem nos protege é Deus, contudo, precisamos fazer a nossa parte em matéria de defesa.
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